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Empréstimos e financiamento imobiliário

Calculadora de Refinanciamento

Compare seu empréstimo atual com um novo para ver a economia mensal, os custos de contratação e em quantos meses o refinanciamento se paga.

BRL

O que você ainda deve hoje

%
anos

300 parcelas restantes

%
anos

300 parcelas mensais

BRL

Taxas de abertura, avaliação, custas jurídicas e multa de quitação

Nova parcela mensal
R$ 1.498,12
Economia mensal
R$ 189,90
Ponto de equilíbrio
1a 4m
Economia ao longo de todo o contrato
R$ 53.969,58

Você recupera os R$ 3.000,00 de custos de contratação depois de 16 meses de parcelas menores. Mantendo o empréstimo por mais tempo que isso, o refinanciamento sai no lucro.

EmpréstimoParcela mensalCusto total daqui em diante
Manter o empréstimo atualR$ 1.688,02R$ 506.405,37
Refinanciar (incl. custos de contratação)R$ 1.498,12R$ 452.435,79

Refinanciar vale mesmo a pena?

O refinanciamento substitui um empréstimo existente por um novo, para o mesmo saldo, geralmente para conseguir uma taxa de juros menor, uma parcela menor ou um prazo diferente. A taxa anunciada é apenas metade da história: todo refinanciamento tem custos, e esses custos precisam ser recuperados a partir da economia mensal antes que você esteja realmente no lucro. Esta calculadora compara os dois empréstimos nas duas medidas ao mesmo tempo — o que muda a cada mês e o que muda ao longo de toda a vida da dívida.

O método

Os dois empréstimos são amortizados a partir do mesmo saldo devedor. O empréstimo atual é calculado pelo prazo restante à sua taxa atual; o novo empréstimo, pelo novo prazo à nova taxa, com os custos de contratação somados ao seu total. A economia mensal é a diferença entre as duas parcelas, o ponto de equilíbrio é o custo de contratação dividido por essa economia, e a economia ao longo de todo o contrato é o que você teria pago no empréstimo antigo menos tudo o que o novo custa, taxas incluídas. Uma economia total negativa significa que o refinanciamento custa mais no conjunto, mesmo que cada parcela seja menor.

Comparando propostas de forma justa

Comece igualando o novo prazo ao seu prazo restante. Isso isola o efeito da taxa, permitindo ver a economia pura, sem a distorção de um cronograma mais longo. Depois teste o prazo que está de fato sendo oferecido a você. Fique atento a taxas cotadas como porcentagem do saldo em vez de um valor fixo, e verifique se o seu empréstimo atual tem multa por quitação antecipada — essa penalidade pertence ao campo de custos de contratação. Se você pretende se mudar, vender ou quitar antecipadamente dentro da janela do ponto de equilíbrio, manter o empréstimo que você já tem costuma ser a opção mais barata.

Perguntas frequentes

+O que é o ponto de equilíbrio de um refinanciamento?

É o número de meses de parcelas menores necessário para devolver os custos de contratação: custos ÷ economia mensal, arredondado para cima. Se as suas taxas somam 3.000 e você economiza 150 por mês, o equilíbrio vem depois de 20 meses. Refinanciar só faz sentido se você espera manter o empréstimo — e o imóvel ou o bem — bem além desse ponto.

+Por que minha economia total aparece negativa se a parcela diminuiu?

Porque uma parcela menor muitas vezes é comprada com um prazo mais longo. Reiniciar um empréstimo com 22 anos restantes de volta para 30 anos reduz o valor mensal, mas acrescenta mais oito anos de juros. A calculadora sinaliza isso: mantenha o novo prazo próximo do prazo restante para comparar taxas de forma justa e só o alongue se você realmente precisar do fôlego no fluxo de caixa.

+De quanto precisa ser a queda na taxa?

Não existe um patamar universal — a velha regra de bolso de 1% ou 2% ignora as duas coisas que realmente importam: seus custos de contratação e por quanto tempo você vai manter o empréstimo. Uma queda de 0,4% sobre um saldo alto com taxas baixas pode se pagar em menos de um ano, enquanto uma queda de 1,5% com taxas pesadas sobre um saldo pequeno pode nunca se pagar. Faça as suas próprias contas acima.

+O que conta como custo de contratação?

Tudo o que você paga para mudar o empréstimo de lugar: taxas de abertura ou originação, avaliação ou laudo do bem, custas jurídicas e de registro, consultas de crédito e qualquer multa de quitação antecipada ou de saída do empréstimo que você está deixando. Inclua também as taxas embutidas no novo saldo — elas continuam sendo dinheiro que você está pagando pelo refinanciamento.

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