Juros simples e como eles diferem dos compostos
Os juros simples incidem apenas sobre o principal original. O saldo nunca rende juros sobre os próprios juros, então o valor acrescentado é exatamente o mesmo todo ano — uma linha reta, e não uma curva. Isso torna o cálculo fácil de conferir na mão, e é a base da maioria dos empréstimos de curto prazo, dos parcelamentos e dos cupons de títulos.
A fórmula
I = P × r × t. Multiplique o principal pela taxa anual (em decimal) e pelo número de anos, e você tem o total de juros; some-o ao principal para chegar ao valor final. Como as três entradas são simplesmente multiplicadas, você pode rearranjar a fórmula para isolar qualquer uma delas — por exemplo, a taxa necessária para render um valor desejado é r = I ÷ (P × t).
Por que o valor com capitalização importa
O terceiro resultado acima roda o mesmo principal, a mesma taxa e o mesmo prazo com capitalização mensal, para que você veja a diferença. Ao longo de um ou dois anos a diferença é pequena; ao longo de uma década ela se torna o ponto central. A distância cresce tanto com a taxa quanto com o prazo, e é por isso que um produto de poupança que paga os juros para fora (simples) pode ficar bem atrás de um que os reinveste (composto), mesmo quando as taxas anunciadas são idênticas. Ao comparar propostas, verifique se os juros são pagos para fora ou devolvidos ao saldo antes de comparar as taxas.